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Aluno do Câmpus é um dos participantes do Projeto Rondon “Operação Encantos do Vale” PDF Imprimir E-mail

O aluno do curso de Ensino Médio Técnico em Mecânica Lucas Steinbraenner é morador de Itajaí, mas ao longo de 10 dias como extensionista do Projeto Rondon, conheceu a região de uma outra forma. Ele integrou uma equipe formada por 28 extensionistas que atuou na cidade vizinha de Brusque na “Operação Encantos do Vale”, realizada de 11 a 21 de julho. “Foi bastante cansativo, mas é muito gratificante. Foram 10 dias intensos que passaram muito rápido. Eu cresci profissionalmente e pessoalmente. Passei por experiências que eu jamais imaginei. Uma das que mais me marcou foi o contato com os usuários do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS – ad). Só o fato de estar com eles, de conversar e de abraçá-los fez com que muitos não tivessem recaídas. Um deles até nos mandou uma mensagem agradecendo pelo bem que tínhamos feito a ele.”


 

Lucas integrou um grupo formado por 260 alunos de diferentes instituições como IFSC, Udesc, Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e Universidade Federal de Roraima (UFRR) que atuaram em 13 cidades do Vale do Itajaí. Eles se revezavam em uma série de atividades que iam de visitar asilos, casas de repouso, promover ações em postos de saúde e em creches. “Eu participo do projeto de extensão do Câmpus Itajaí “De lixo a bicho” e, durante o período em que estive no Rondon, consegui mostrar um pouco daquilo que fazemos como os brinquedos, confeccionados com materiais reciclados, que usamos para trabalhar questões ambientais. Inclusive eu levei parte desses conhecimentos para uma oficina com materiais reciclados que propusemos a alguns educadores de uma creche.”



Outro fato que ficará na memória de Lucas é o trabalho que eles fizeram para a revitalização da praça do Azambuja. “Nós carpimos a praça e reaproveitamos pneus para fazer novos plantios. Como moro próximo de Brusque, quero voltar lá para ver como a praça está sendo cuidada e quero também voltar a visitar o asilo. Uma das senhoras ficou tão apegada a mim que até começou a me chamar de neto.”



Lucas também diz que sentirá saudades da equipe que integrou o Projeto Rondon. “É como se fosse uma segunda família. A gente continua conversando e até está tentando marcar um reencontro.”

Beatrice Gonçalves | Jornalismo IFSC

 

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