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Coordenadoria Pedagógica promove avaliação da aprendizagem e inclusão PDF Imprimir E-mail
Ter, 12 de Fevereiro de 2019 10:08

Com o objetivo de discutir a avaliação e consequentemente o currículo como um processo de inclusão, durante a semana de atividades pedagógicas e administrativas, a Coordenadoria Pedagógica, abordou as seguintes temáticas: Planejamento de ensino - o plano de ensino como foco, Avaliação do processo educativo - o conselho de classe como instrumento avaliativo, (Re)pensando a avaliação da aprendizagem, Inclusão Escolar - desafios e perspectivas, Planejamento didático- diagnóstico e estratégia em sala de aula, Avaliação de saberes na Educação Profissional e Ações conjuntas em busca do engajamento e construção do saber fazer e Experimentação de tecnologias educacionais - CERFEAD.




Na manhã do dia 04, foram trabalhados assuntos relacionados às atividades administrativas do Campus, entre eles o PDI e PPI. E nos dias 07 e 08/02, houve o planejamento dos cursos, sob a responsabilidade dos Coordenadores.




Segundo a Coordenadora Pedagógica, Rose Fernandes "A Semana Pedagógica teve a participação da maioria dos docentes do campus que, por sua vez, avaliaram de forma bastante positiva os temas abordados e a dinâmica das palestras. Além disso, tivemos a oportunidade de compartilhar conhecimentos de forma enriquecedora com colegas de outros Campus do IFSC, tais como Profa. Veridiane Pinto Ribeiro, a psicóloga Karla Garcia Luiz e o arquiteto Mario César da Silveira."


A Semana Pedagógica de 2019, com o tema “Avaliação da Aprendizagem e Inclusão Escolar: compromisso com a aprendizagem de todos”, teve o objetivo de discutir a avaliação, e consequentemente o currículo, com um processo de inclusão, tendo presente a diversidade dos estudantes do IFSC.


A inclusão, temática recorrente na instituição escolar e presente na missão do IFSC quando aponta "Promover a inclusão e formar cidadãos (...)", questiona práticas e considera todos os seres humanos com seus potenciais e características reconhecidas e plenamente valorizadas.


Assim, apresenta-se à escola uma situação desafiadora, sobretudo nas últimas décadas, a de incluir todos os estudantes, de forma a oferecer educação de qualidade em que sejam respeitadas as diferenças e necessidades de forma equânime.


Para tanto, o desafio é pensar sobre a construção de experiências e espaços avaliativos democráticos, tarefa fundamental e de todos!


“Ao educador já não cabe a postura de neutralidade. (…) Da mesma forma, outro não pode ser o compromisso assumido pelo educador senão o de explorar as contradições que se manifestam também no educativo. (…) Só o fazer refletir poderá indicar os caminhos, os rumos dessa práxis transformadora” (Iliana Paulo)

 

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